Duas pessoas são presas em operação contra acusados de integrarem organização criminosa no interior do Ceará

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A Polícia Civil do Estado do Ceará, por meio da Delegacia Regional de Sobral, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (26), a terceira fase da operação contra alvos suspeitos de integrarem uma organização criminosa com atuação na região Norte do Estado. A ofensiva policial ocorreu no município de Groaíras. Duas pessoas suspeitas de envolvimento nas ações criminosas na região foram presas.

Entre as ações realizadas pelos policiais civis na operação, seis mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva foram cumpridos. Antônio Paiva Braga (26), conhecido pela alcunha de “Quebra Coco” e com passagem por receptação, foi preso em flagrante, com várias pedras de crack, além de uma quantia em dinheiro. Contra Geane Cleia Pereira Rodrigues (25), foi cumprido um mandado de prisão preventiva por tráfico de drogas.

A Polícia Civil segue com as investigações sobre a atuação de outras pessoas suspeitas de participarem de ações delituosas na região. Na primeira fase da operação, 20 pessoas, sendo 13 homens e sete mulheres, foram presos pelas equipes policiais. Outros dez homens que já se encontravam recolhidos no sistema penitenciário do Estado tiveram mandados de prisão cumpridos.

Fases da operação

A primeira fase foi deflagrada no último dia 13, com o objetivo de prender envolvidos de integrarem uma organização criminosa no Interior do Estado. O trabalho policial envolveu cerca de 200 policiais civis, com o propósito de cumprir 30 mandados de prisão e busca e apreensão. A operação resultou na apreensão de drogas e munições. As ações se concentraram em diversos bairros de Sobral, entre eles Sumaré, Padre Palhano, Dom Expedito e o conjunto habitacional Caiçara, e visando à captura de pessoas envolvidas nos crimes de roubos, tráfico de drogas e homicídios.

A segunda fase da operação foi desencadeada na cidade de Graça, no dia 18 de junho, onde um dono de depósitos de fogos de artifícios, identificado como Júlio Ferreira Alves (65), sem antecedentes criminais, foi preso em flagrante. O homem é suspeito de comercializar ilegalmente os explosivos, inclusive vendendo os materiais para grupos criminosos, como apontam as investigações. No total, a Polícia Civil apreendeu 13 espingardas, cerca de 600 quilos de chumbo, 3.500 bisnagas de pólvora, 529 munições de diversos calibres, além da quantia de R$ 9,1 mil e outros materiais que os agentes investigam a procedência.




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