Início dos trabalhos da Câmara Municipal de Quixadá é marcado por protesto de professores

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Os professores da rede municipal de ensino de Quixadá resolveram ir a luta pelos seus direitos. Após a manifestação realizada no último dia 27, na abertura da Semana Pedagógica do município, eles foram até a Câmara Municipal, na manhã desta quarta-feira (5), durante o início dos trabalhos legislativos deste primeiro semestre de 2020, para cobrar o reajustes de 12,84% no piso do magistério, a diferença salarial de 3,81% referente ao ano de 2018, os retroativos de 4% da avaliação desempenho e 3% de janeiro a abril também de 2018.

As manifestações ocorrem após 62 municípios anunciarem a concessão do reajuste de 12,84% ou mais no piso salarial. Os educadores da Terra dos Monólitos estão decepcionados com o prefeito Ilário Marques (PT) que tem desvalorizado a classe desde que assumiu a prefeitura municipal. Além disso, o alcaide, que está com imagem desgastada, tem evitado eventos públicos, como o desta manhã na Câmara Municipal, para não ser cobrado pelos professores.

Na luta pelos seus direitos, os educadores da Terra dos Monólitos estão abandonados pelo Sindicato do Servidores Públicos Municipais de Quixadá, Banabuiú, Ibaretama, Choró e Ibicuitinga (Sindsep), que tem tomado uma postura partidária de defesa da atual gestão do município. Os professores, sem a representatividade de quem os deveria defender, têm sido renegados pelos dirigentes da instituição desde 2017, ano em que o petista assumiu o comando da Prefeitura. Além de não cobrar a gestão os retroativos da classe, em relação ao aumento do piso salarias deste ano, o órgão classista mantém-se em silêncio.

Em suas redes sociais, os educadores do município tem deixado claro que as manifestações continuarão acontecendo. Nos próximos dias, eles deverão se reunir para organizar mais um evento de cobrança de seus direitos.




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