Demonização da atividade empreendedora no Brasil; Quixadá não foge à regra

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A formação de nossos professores basicamente se funda na doutrina de luta de classes (empregadores vs empregados) encampada pela teoria pedagógica de Paulo Freire em suas respectivas obras Pedagogia do oprimido e Pedagogia da autonomia. Segundo tais literaturas existe uma classe dominante que por meio do ensino “aprisiona” os educandos em um mundo alienado da realidade e treinados apenas para servirem de mão-de-obra para exploração “a posteriori”.

Esse pensamento de luta de classes, entre dominantes e dominados impera com raríssimas exceções em nossas escolas, universidades, meios políticos, judiciais e meios de comunicações, porém, países que não marginalizaram a atividade empreendedora são excelentes na qualidade de vida de seus nacionais, vejamos a lista abaixo:

Os cinco primeiros países não são hostis aos empreendedores, não os marginalizam, diferente do Brasil, logo, essa retórica de que o Brasil é um País liberal é MENTIRA, estamos longe disso, como acima exposto. Quixadá não foge à regra nacional, é extremamente agressivo e violento aos empreendedores, é distante da boa política de livre mercado e livre iniciativa.

Feirantes, ambulantes, açougueiros e demais pequenos empreendedores são vítimas diuturnamente de políticas públicas Municipal que os marginalizam, muito embora importante lembrar que o protagonismo econômico de Quixadá frente aos demais municípios vem caindo vertiginosamente, exatamente por políticas hostis para com aqueles que decidem empreender e gerar riqueza para nosso Município.


Por: Dr Valdovir Holanda

Francisco Valdovir Holanda de Almeida é Advogado; Especialista em Direito Tributário,
Previdenciário e Trabalhista; mestrando em Educação Empresarial; Professor de Direito
Empresarial e Economia.




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