Hospital Regional do Sertão Central treina equipes com a metodologia de simulação realística

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Focado no cuidado com a segurança que o paciente deve ter, desde sua chegada até o momento da alta, o Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), unidade da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) em Quixeramobim, está treinando diferentes equipes com simulação realística. A ideia é usar como exemplo casos que já ocorreram antes, para entender como o profissional reagiria no futuro, no caso daquela mesma intercorrência se repetir.

Os treinamentos tiveram início na última semana e seguem nesta segunda-feira (29) e terça-feira (30), para equipes das Clínicas, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Neonatal, Imagem, Agência Transfusional e Eixo Cirúrgico da unidade.

A ação é realizada pelo Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho (Sesmt) e o Centro de Estudos, com apoio da Comissão de Prevenção de Acidentes (Coprev) e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). De acordo com a enfermeira do trabalho do Sesmt, Katylla Queiroz, os casos de acidentes de trabalho sempre estiveram sob controle. Permanecer com essa média é o foco do treinamento, que é feito com uma metodologia inovadora: uma simulação onde tudo parece real, com uma equipe que dramatiza situações já registradas, para descobrir como os profissionais atuariam diante daquele cenário. Cada rodada dura em média 30 minutos.

“O retorno tem sido muito positivo, as equipes demonstram que é muito melhor essa forma de trabalhar, porque através dessa dinâmica eles conseguem assimilar mais fácil o que deve ser feito, o que deve ser melhorado porque eles são inseridos dentro do problema”, explica Katylla.

Além de atuar na prática, ao final de cada rodada de treinamentos os colaboradores participam do círculo de melhoria do processo, opinando a partir da experiência vivida, com sugestões para melhorar o plano de prevenção de acidentes que já existe.

“Para as pessoas fazerem o que deve ser feito, nós precisamos treiná-las. A simulação realística é um elemento mais forte, o mais semelhante possível da realidade, para que o colaborador se enxergue em cima daquilo, e, a partir de então, consiga discutir o que pode ser mudado”, explica a enfermeira do Centro de Estudos Patricia Negreiros.




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